CULTURA COM ESSÊNCIA

CULTURA COM ESSÊNCIA

Bohemian Rhapsody

Confesso que após 27 anos da morte de Freddie Mercury, eu tinha absoluta certeza que alguém faria um longa sobre o Queen. E finalmente Bryan Singer e produção com Robert De Niro, Graham King e Jim Beach nos surpreendeu com "Bohemian Rhapsody". Valeu muito a pena esperar por esses longos anos quase tendo um ataque de ansiedade. Distribuição da Fox Filmes o filme é maravilhoso!

( Roger Taylor (Ben Hardy), Brian May  (Gwilym Lee), John Deacon ( Joseph Mazello) e Rami Malek ( Freddie Mercury)

Após o filme, fomos  conhecer os bastidores no Allianz Parque Hall onde ocorreu o Celebration Experience Bohemian Rhapsody. Ouvimos o papo descontraído da banda Malta que obviamente  homenageou o Queen junto com Frejat. A nova formação da banda agora tem a Luana Camarah como vocalista, que canta muito e nos emocionou com a capela "Love of My Life". Falando em emoção, eu acredito que foi um dos melhores filmes que assisti no ano. Mal começou com a canção "Somebody to Love",  eu já estava com lagrimas nos olhos. então vamos lá...

( Banda Malta com Thor Moares, Diego Lopes, Luana Camarah e Adriano Daga)

(Freddie e seu amor incondicional por Mary Austin (Lucy Boynton))

Sinopse
 
Bohemian Rhapsody é uma celebração exuberante do Queen, sua música e seu extraordinário cantor principal Freddie Mercury, que desafiou estereótipos e  quebrou convenções para se tornar um dos artistas mais amados do planeta. O filme mostra o sucesso meteórico da através de suas canções icônicas e som revolucionário, a quase implosão quando o estilo de vida de Mercury sai do controle e o reencontro triunfal na véspera do Live Aid, onde Mercury, agora enfrentando uma doença fatal, comanda a banda em uma das maiores apresentações da história do rock. Durante esse processo, foi consolidado o legado da banda que sempre foi mais como uma família, e que continua a inspirar desajustados, sonhadores e amantes de música até os dias de hoje.

( Nada impende Freddie Mercury de cantar, mesmo após descobrir que contraiu a Aids)

Direção de Bryan Singer e roteiro de Anthony McCarten, Bohemian Rhapsody nos trouxe uma adorável nostalgia musical. O longa biográfico que se concentra desde a formação da banda Queen até seis anos antes da morte de Freddie Mercury, tem Rami Malek no papel de Freddie Mercury, Joseph Mazello como John Deacon, Ben Hardy interpretando Roger Taylor, Gwilym Lee como Brian May. O elenco conta ainda com Lucy Boynton no papel de Mary Austin, Aidan Gillen no papel de John Reid, Tom Hollander, como Jim Beach e Mike Myers interpretando Ray Foster. 

( Queen e o começo do  Bohemian Rhapsody)

Essência do Filme 

A escolha do elenco encaixou muito bem, embora no começo, eu  não consegui achar a tal semelhança que tanto falaram do Rami Malek com Freddie, mas quando ele começa a incorporar o astro, a imagem muda e percebe-ce que Rami Malek deu de tudo para ser Farrokh Bulsara e Freddie Mercury perfeitamente. É  engraçado quando a gente tem uma memória afetiva pela história do filme e sem dúvidas fez parte da minha geração. Até os mais jovens  tiveram uma oportunidade de guardar essa parte, mesmo após longos anos, acharam o filme muito bom. Freddie não era fácil, mas era carente até ele mesmo entender que era  bissexual não assumido, embora seja costumeiramente descrito como totalmente gay. Seu amor por Mary Austin na qual ele dedica a canção Love of My Life era incondicional, tanto que ao se separarem, um virou vizinho do outro, permanecendo a amizade.  Com tempo Freddie assumi seu relacionamento com Paul Prenter (Allen Leech) mas essa parte da  história não é muito bem vinda. Claro que para os outros integrantes da banda, a convivência com Freddie era praticamente altos e muito mais altos (rainha histérica) como uma "família".  Quem prestar bem atenção na cena do  encontro com empresário  Ray Foster  interpretado por Mike Myers (Quanto Mais Idiota Melhor e  Austin Powers), vai saber exatamente do que ele está  falado (jovens sacudindo a cabeça ouvindo Bohemian Rhapsody). O relacionamento com sua  família super tradicional, com o pai severo, com seus amores e desamores e com a banda tem uma intensidade tão profunda como sua entrega nos palcos.  Bryan Singer escolheu um elenco que de fato abraçou a história.  O final fecha com chave de ouro no maior evento liderado por Bob Geldof (Dermot Murphy), o Live Aid. Um único desejo que eu peço, é que vocês assistam de coração assim como Freddie Mercury se entregava nos palcos.  

Assista o Trailer





The Show Must Go On !

Nenhum comentário

Tecnologia do Blogger.